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O Professor Educador e as Classes de EJA

Postado em 6 novembro 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

“Atualmente, discutir sobre desafios da educação se tornou tarefa fácil, considerando os gigantescos obstáculos que encontramos quando nos dispusemos a assumir verdadeira
postura de educadores. Educar nunca foi tarefa simples, e as críticas da sociedade têm
por base dois pontos extremos: educadores que fazem barganha por dinheiro de suas
tarefas diárias e educadores apaixonados pelo ato de lecionar, encantados com a
maravilhosa arte que só um mestre é capaz de reconhecer e vislumbrar. Quando, no
entanto deveriam analisar o profissional de educação e suas atitudes como apaixonados
sim, mas também ousados, com direitos e reivindicações que de maneira nenhuma
podem deixar de ser feitas. ” (…)

ANA PAULA LOURENÇO DIAS paulinha_pancas@hotmail.com
FAMÍGLIA CRISTINA NEVES MARTINS BRAGA famiglia.cristina@hotmail.com
FERNANDA FRANQUINI POLTRONIERI fernandaf.poltronieri@yahoo.com.br

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Os Desafios Pedagógicos e a Formação do Professor de EJA

Postado em 5 novembro 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

“O  presente  trabalho  trata  dos  desafios  encontrados  nas  classes  de  EJA,  pois  a  luta contra o analfabetismo nesta modalidade de ensino vem de  longa data. Sabe-se que infelizmente  a  história de  vida  dos  analfabetos  no Brasil  é marcada  pela  exclusão  e pela desigualdade social. Muitos jovens e adultos que não tiveram acesso à escola na idade própria foram reprovados, evadiram, precisaram trabalhar para auxiliar a família e, por  isso, não  conseguiram concluir seus estudos na  idade escolar prevista. Muitos hoje desafiam o tempo, se dividem entre trabalho, família já constituída e escola para tentar recuperar o tempo perdido. Essas pessoas querem aprender não simplesmente por  aprender, mas  para  ter  uma  vida mais  digna,  para  desenvolver  sua autonomia, conseguir  ensinar  o  dever  de  casa  aos  filhos,  realizar  coisas  simples  do  dia-a-dia  e também tornar-se um cidadão politizado.” (…)

Artigo escrito por:

IENE RODRIGUES    ieneb@hotmail.com
MARLUCE MEDEIROS  oliveira_m_m@yahoo.com.br

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O Fazer Pedagógico no Contexto da EJA

Postado em 5 novembro 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

“As visitas  foram  realizadas em uma  sala de EJA de uma  Instituição de Ensino da Rede Particular do Município de Vitória – ES. A turma visitada recebe a freqüência de 20 a 25 alunos,  a maioria  de  homens,  com  idades  entre  17  e  67  anos,  todos  provenientes  de diversos  municípios  do  Estado  do  Espírito  Santo.  Verificamos  que  os  motivos  que  os motivaram  a migrar  para  este município  são  bem  parecidos,  dentre  eles  destacamos: desemprego,  baixas  condições  de  vida,  melhores  oportunidades  de  estudo  e  sucesso profissional.  Apenas  uma minoria  afirmou  ter  vindo  por motivos  de  ordem  familiar  ou particulares. ” (…)

Artigo escrito por:

ADRIANA FRANÇA PANCINI   adrianapancini@hotmail.com
FABIANE COUTO LOUREIRO  fabicouto19@hotmail.com

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O Cotidiano dos Alunos e da Classe de EJA

Postado em 5 novembro 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

“Os  jovens  e  adultos  que  se  encontram  a margem  da  educação,  vêem  na  escola  a chance  de  integrar-se  à  sociedade  letrada  da  qual  fazem  parte  por  direito, mas  que não  podem  participar  porque  não  dominam  a  leitura  e  a  escrita.  Nesse  sentido,  o principal desafio da EJA é construir uma escola na qual professores e alunos interajam e  maneira  a  provocar  e  produzir  conhecimentos.  Em  contrapartida,  esses conhecimentos devem ser sustentados por saberes diversos e construídos levando em conta a realidade social e cultural desses alunos, para que de fato, obtenham sucesso na  aprendizagem.  Os  jovens  e  adultos  como  cidadãos  e  trabalhadores  querem, sobretudo,  sentir-se  sujeitos  ativos,  participativos  na  sociedade.  O  caderno  de orientações  Pedagógicas  para  as  classes  de  EJA,  criado  pelo Ministério  da  Educação (MEC) em 2001, intitulado “Trabalhando com Educação de Jovens e Adultos: Alunos e Alunas de EJA” ressalta que, …”

Artigo escrito por:
CATYA RANGEL    catyarangel@hotmail.com
CINTYA RANGEL    cintyarangel@hotmail.com
FERNANDA FERREIRA  fernandafbraga@ig.com.br

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O Cotidiano dos Alunos e da Classe de EJA.
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O Fazer Pedagógico no Contexto da Educação de Jovens e Adultos – EJA.

Postado em 5 novembro 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

“Neste  texto  relataremos  a  experiência  vivida  e  construída  junto  a  um  grupo  de adultos, que estão matriculados no curso de Educação de  Jovens e Adultos  (EJA), oferecido  num  lugar  um  pouco  diferente  do  que  estamos  habituados  a  ver.  Os dados  foram  obtidos  por meio  de  entrevistas realizadas  com  a  professora  e  com uma aluna que se dispôs a participar do nosso projeto, e como afirma Szymanski, (2002, p. 21) o pesquisador precisa: “[...] dar-lhes liberdade para não participarem da  pesquisa,  protegê-las por meio  do  sigilo  quanto aos  depoimentos,  possibilitar-lhes  acesso  aos  dados  e  análises  [...]”.  E  é  com  base  nessas  informações  que falaremos  sobre  a modalidade,  a metodologia  de  trabalho  e  as  perspectivas  dos alunos em relação à EJA.”

Artigo escrito por:

JAINE SILVA DE SOUZA   aine_souza@hotmail.com
RENATA MIRANDA DA SILVA  renatinhamsilva@hotmail.com

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O cotidiano de uma classe de EJA

Postado em 31 outubro 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

“O grande desafio da Educação de Jovens e adultos é construir um currículo que acolha às necessidades dos alunos e considere a sua realidade social, além de permitir que professor e aluno produzam conhecimentos por meio da interação.”

Artigo escrito por:

ADRIANA DOS SANTOS PELLEGRINI  dripellegrini@yahoo.com.br
CHIRLEY BRANDÃO DA SILVA    chirley-b@hotmail.com

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Professor – Você é Profissional ou Amador?

Postado em 5 maio 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

Por Fabiano Brum*

http://www.fabianobrum.com.br/

Imagine um músico profissional, um guitarrista, um violonista ou um pianista, tocando uma bela canção, com maestria, virtuosismo e sensibilidade. Sua técnica apurada e a leveza com que executa a melodia, chega a nos fazer pensar que é simples tocar aquelas notas tão maravilhosas.

Mas, no fundo sabemos que para tocar de forma tão apurada estes profissionais tiveram horas e horas de estudo, treinamento e dedicação em cima de seus instrumentos.

Para que você professor perceba a real necessidade de um aperfeiçoamento contínuo, faremos uma analogia com a rotina de preparação de um músico profissional.

Assim como um educador não nasceu preparado para enfrentar uma sala de aula repleta de alunos exigentes e de personalidades diferentes, nenhum grande músico, apesar de todo talento nato, veio ao mundo dando um show de performance em seu instrumento e se apresentando para grandes platéias.

Os músicos em sua grande maioria começaram a praticar suas atividades muitas vezes por obra do acaso; por influência de um amigo que tocava em uma banda de garagem, por ter uma pessoa na família que tocasse ou gostasse de música, pela admiração por um ídolo, ou até mesmo por imposição dos pais, estes na ânsia de arrumar uma atividade sadia que ocupasse o tempo dos filhos.
Acontece que com o passar do tempo, estas pessoas foram se identificando cada vez mais com seu instrumento, passando a praticá-lo com afinco. Quando menos perceberam já haviam adotado a música como profissão.
Mas ao se classificarem como profissionais tiveram também que encarar uma rotina diária de preparação profissional; treinamentos específicos, horas e horas diárias de repetições, cuidados especiais com postura, alimentação, tempo de repouso para recuperar energias, etc. Ou seja, a árdua busca pela perfeição, por uma técnica mais apurada, um timbre com personalidade e uma execução impecável.

Agora imagine a sua atividade de professor, seja da escola pública ou privada, e responda mentalmente as seguintes questões:
1) Você se considera um educador profissional ou amador?

2) Esta atividade é o seu principal ganha-pão e necessária para o equilíbrio do seu orçamento?

3) Você foi contratado para ser professor?

Se respondeu “profissional” para a primeira questão e “sim” para as demais, aí vai o derradeiro questionamento:

- Você esta se preparando como um profissional?

Poderíamos afirmar que aquele que se considera um profissional, não pode ter a mesma rotina de um amador, de uma pessoa que se aperfeiçoa de vez em quando, que participa de um treinamento de vez em quando, que pesquisa sobre sua atividade de vez em quando, que lê um livro sobre a sua área de vez em quando.

Se você é um “profissional” mas tem uma rotina de preparação “amadora”, o máximo que conseguirá é algum resultado “mediano” e talvez dar uma boa aula de vez em quando!

Pense nisso!

*Fabiano Brum é palestrante especialista em motivação, vem destacando-se em palestras, cursos e seminários pela maneira inteligente e criativa com que alia seu conhecimento musical aos temas de seus treinamentos. E-mail: contato@fabianobrum.com.br – Site: www.fabianobrum.com.br


Trabalho e educação frente a pós-modernidade

Postado em 28 abril 2008 por Sandrely Piona em Artigos 1 Comentário »

A discussão do mundo contemporâneo não pode ficar longe do fenômeno da globalização. Esse fenômeno provocou a expansão de inter-relações, principalmente de natureza econômica entre países de todo o mundo. Ele se manifesta na difusão de padrões internacionais de organização econômica e social, que resultam em ações, no âmbito da organização econômica, que modificam as relações sociais, as condições de vida e cultura, as características do Estado e, conseqüentemente, da política. (Leia o restante)

Autores do artigo:

João Pereira dos Santos Neto: Professor Estácio de Sá/ES, Mestre em Educação pela UFES  e

Rossiene Santos Sarlo: Pedagoga, Professora Estácio de Sá/ES, Coordenadora Curso de Pedagogia Estácio de Sá/ES, Mestra em Educação pela UFES.


Trabalho e educação frente a pós-modernidadeClique no ícone para ler o artigo: 
Trabalho e educação frente a pós-modernidade

Resgate da Tradição Oral

Postado em 21 fevereiro 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

fabiano_moraes.jpgO que representam os últimos quinhentos anos para a narração na história da humanidade?

Autoria de Fabiano Moraes

Mestrando em Lingüística, contador de histórias e escritor. Ministra na SAMAR os cursos: “A arte de contar histórias” e “Literatura Infantil”.

Web Site:

www.fabianomoraes.com.br

www.rodadehistorias.com.br

    Resgate da Tradição Oral.Clique no ícone para ler o artigo: Resgate da Tradição Oral.Será necessário possuir o software Adober Reader (O que é isso?)
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O Professor-Educador e a Educação Para a Vida

Postado em 11 fevereiro 2008 por Sandrely Piona em Artigos Faça um comentário »

É preciso pensar! Os “tempos modernos” atuais exigem cada vez mais que a educação da pessoa seja completa, ou quase isso. Quando falo da pessoa, refiro-me ao personagem que antecede ao estudante e ao profissional, que desenvolve estudos e atividades produtivas nos ambientes que freqüenta.

Autoria de Adalvo da Paixão A. Costa
Arte-Educador, doutorando em Educação.

E-mail:

adalvocosta[arroba]terra[ponto]com[ponto]br
adalvocosta[arroba]gmail[ponto]com

Desenho Infantil: A Representação do Sentimento.

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